Rituais da placenta pelo mundo

Créditos na foto
Créditos na foto

Comer, enterrar, fazer arte, queimar. Ou só jogar fora. Essas são algumas das coisas que as mulheres da cultura “ocidental” fazem com suas placentas depois do nascimento do bebê. Aqui estão alguns outros “rituais” feitos com as placentas e cordões umbilicais em outras culturas:

  • Uma tribo no Arizona seca o cordão e reveste de pérolas para que a criança possa coçar ou morder durante a fase da dentição.
  • Aborígenes faziam colares com o cordão umbilical para que a criança vestisse, representando crescimento e também como uma forma de proteção contra doenças.
  • No Quênia, as parteiras Masai mastigam o cordão para separá-lo da placenta. A parteira anuncia: “você agora é responsável pela sua vida como eu sou responsável pela minha”.
  • No Iêmen, a placenta é colocada sobre o telhado da família para os pássaros comerem na esperança de que isso irá garantir o amor entre os pais.
  • Na Malásia, a placenta é vista como um irmão mais velho da criança e que ambos se reencontrarão na morte. A parteira lava cuidadosamente a placenta, o cordão e as membranas e os envolve em um tecido branco para serem enterrados.
  • No Nepal, é dado à placenta o nome de “bucha-co-satthi” – que significa “amiga do bebê”.
  • O povo Tanala, de Madagascar, observam em estrito silêncio durante todo o parto e nascimento e quando a placenta é entregue. Quando a placenta sai, todos os presentes batem palmas e gritam “Vita! Vita!”, que significa “acabou”.
  • No Sudão, a placenta é considerada o “segundo espírito” da criança e pode ser enterrado junto de algum lugar que represente as expectativas dos pais em relação ao filho (por exemplo, perto de um hospital para que ele se torne médico).

 

Leia aqui o texto original em inglês.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *